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SPIN: Justin Tranter comenta novamente sobre trabalhar com Selena Gomez no “Revival”

Selena Gomez, “Hands to Myself”

Para dar créditos a quem realmente merece, a fabulosa Julia Michaels, que é a minha co-compositora principal, tinha os versos “Can’t keep my hands to myself” — tinha essa voz anotada no seu telemóvel e veio fazer a sessão nessa linha. A Julia é, definitivamente, muito ligada ao mundo da Selena. Têm a mesma idade, são ambas deslumbrantes, Latinas e vivem em Los Angeles. Então há muita semelhança emocional. Foi daí que veio. A música nasceu daí.

A linha sobre ser “your metaphorical gin and juice” (o teu gin e sumo metafórico) na música cativa-me sempre.

Tentei colocar isso em cerca de cem músicas diferentes. Não “metaphorical gin and juice,” mas apenas indicar a verdadeira metáfora na música. É a primeira vez que serviu, na verdade.

A maneira como a Selena o diz é impecável também. Como um exterior, não faço ideia de quem decide esse tipo de coisas — és tu?

É uma combinação de tudo. A Selena é uma contadora de história e cantora inacreditável. Acho-a tão subestimada como cantora. Ela não está por aí a fazer mil runs e melismas, mas o seu tom/estilo e a sua intenção estão no nível máximo que poderias pedir. Há uma razão pela qual ela é a estrela que é, e eu acho que é o tom da maneira como ela conta a história. A coisa toda foi criada com a Selena lá, no vibe. Isso é, definitivamente, uma combinação de toda a gente a tentar ganhar.

Como te envolveste com o Revival, em primeiro lugar? O teu nome está por todo o lado nos créditos do álbum.

Eu, a Julia e o Nick Monson escrevemos “Good For You” numa sessão de estúdio aleatória, quando fomos para o estúdio num domingo para terminar outra música. O Nick reservou o estúdio por duas horas, terminámos a outra música em 45 minutos e tínhamos uma hora restante. Foi do tipo, ‘Vamos apenas usar o tempo. Porquê gastar dinheiro?” Então escrevemos “Good For You” em cerca de 45 minutos. Foi a nossa publicadora a dizer, ‘Oh, isto é uma música para a Selena” Pareceu-me [a mim] do tipo, ‘Não é demasiado indie para a Selena?’ A nossa publicadora enviou-a à A&R da Selena, a A&R [Insterscope] tocou-a à Selena e ela flipou. Então essa foi a música que nos colocou no projeto. O tom/estilo já estava sonoramente definido  — a Selena sabia exatamente o que queria e esta música ajudou a explicá-lo. Sabes, a Selena sabe exatamente quem é e o que quer, fisicamente e liricamente. A direção foi, definitivamente, liderada por ela. Foi fantástico ver toda a gente a bordo a olhar para a direção artistica dela e como podemos ver, resultou para caraças.

Trabalhar com o Justin [Bieber] alguma vez te colocou num dilema moral, considerando todas as horas que passaste fechado com a Selena [a sua ex-namorada]?

Isso é fácil de responder, porque a Selena tem um coração aberto. Sinceramente, sinto como se fosse o seu publicitário mas não estou a mentir. Ela é uma rapariga fantástica com as pessoas que ama, ela só quer quer elas vinguem. Ela nunca, em milhões de anos, manteria alguém longe de uma oportunidade. A tua pergunta faz completo sentido, mas acho que se as pessoas são sinceras e estão bem umas com as outras, só quererás torcer pelo outro.

Uma vez disseste que a tua escrita recente tem sido mal-intencionado com olfato. Achas o pop moderno precisa dessa vantagem para se destacar? 

[Risos.] Acho que estamos num momento realmente fantástico em que a rádio voltou a ficar fixe. Quando olhas para músicas como “Good For You”, nunca pensámos que seria um single, em milhões de anos. Pensámos apenas que seria uma faixa com uma boa vibe no álbum. E a Selena Gomez, um génio, foi do tipo, ‘Não, isto é o meu primeiro single, filho da p***’.

Matéria: Spin | Tradução & Adaptação de Texto: Selena Gomez Portugal

Source: Selena Gomez Portugal

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